Que lindo dia!
Parei um pouquinho minhas atividades para falar desse Sol, que ilumina e aquece a vida dos animais e dos homens no mundo inteiro, verdadeiro exemplo de amor ao próximo, seguindo os exemplos deixados por Jesus, nosso Mestre Maior.
Hoje, dia 4 de outubro, as pessoas param um pouco para refletir no sentido da vida na Terra, nossa missão aqui e agora.
Por isso, acho importante falar desse amado e corajoso irmão, que conseguiu revolucionar em sua época centenas de pessoas, que foi espalhando, espalhando, até alcançar milhões de pessoas nos nossos dias.
Que o seu exemplo nos faça melhores, vamos refletir sobre isso no dia de hoje!
E que bênçãos de luz sejam derramadas em meu lar, sobre os meus cachorros, sobre os cachorros de Brasília, do Brasil e do Mundo inteiro.
Que assim seja.
Oração de São Francisco de Assis
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Estátua de jardim de São Francisco de Assis cercado por pássaros, por seu amor ànatureza o santo é associado ao movimento de defesa da ecologia. |
A Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída
popularmente a São Francisco de Assis. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido
e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco.
Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo,
esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo.
O texto original desta oração é:
Belle prière à faire pendant la Messe
- Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix.
- Là où il y a de la haine, que je mette l’amour.
- Là où il y a l’offense, que je mette le pardon.
- Là où il y a la discorde, que je mette l’union.
- Là où il y a l’erreur, que je mette la vérité.
- Là où il y a le doute, que je mette la foi.
- Là où il y a le désespoir, que je mette l’espérance.
- Là où il y a les ténèbres, que je mette votre lumière.
- Là où il y a la tristesse, que je mette la joie.
- Ô Maître, que je ne cherche pas tant à être consolé qu’à consoler,
- à être compris qu’à comprendre, à être aimé qu’à aimer, car c’est en donnant qu’on reçoit,
- c’est en s’oubliant qu’on trouve, c’est en pardonnant qu’on est pardonné,
- c’est en mourant qu’on ressuscite à l’éternelle vie.
La Clochette, n° 12, dec. 1912, p. 285.


Nenhum comentário:
Postar um comentário