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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Noite tranquila de sábado chegou com o Rico ....

Cachorro nº 5

O que é aquele vulto branco correndo prá lá e prá cá?


Quando o Rico apareceu na nossa casa foi assim: correndo de um lado para o outro, até que os cachorros de casa começaram a latir sem parar para ele. Fui ver o que era e vi um vulto branco correndo, olhei mais perto da grade e vi que era um cachorro branco, sem rabo, cotó.
Fiquei esperando ele chegar perto da grade e fiz carinho nele, muito dócil. Fui buscar comida e água para dar. Comeu feito um desesperado, repeti a dose. Pensei. Acho melhor deixar esse cachorro em casa até amanhã, aí eu vejo o que fazer, prendi os outros cachorros e coloquei ele prá dentro. 
 No dia seguinte levei-o ao veterinário e estava tudo bem com ele, dei as vacinas necessárias e arrumei um nome provisório até dar um nome prá ele. Ficava chamando de tudo quanto era nome prá ver se ele respondia.
Quando chamei de Rico ele veio.
Aí ficou como Rico. Sua melhor característica são os lindos olhos amarelos claros puxado no cantinho. Outra característica especial são as orelhas na cor marrom, no nariz marrom, na barriga toda pintadinha de sardas. Então, agora ficamos em cinco, porque não tive coragem de doá-lo para ninguém. Mas, ainda penso que se ele encontrar uma pessoa legal vou ficar feliz em doá-lo para essa pessoa.






Conhecendo o Chico, o primeiro a ser ajudado por Francisco de Assis.

Cachorro nº 2

Meu nome é Chico, mas antes eu não tinha esse nome

No dia em que saiu do Hospital Veterinário
Não tinha porque não sabia que nome teria aquele pequeno cachorrinho abandonado embaixo do viaduto, ele da cor do concreto, quase não conseguia ver que tinha um ser vivo ali, pensei que fosse uma folha de jornal balançando. Mas vendo melhor vi que tinha uma cabecinha se mexendo. Dei duas voltas para pensar no que fazer .... Coragem, nunca tinha feito isso, mas a vontade de não deixá-lo ali foi mais forte.
Levei-o ao Veterinário pra que tivesse uma morte tranquila, longe daquele lugar movimentado. Que nome dar? Pensei em Francisco de Assis que amava tanto os animais, e disse Chico. Fui embora e fiquei aguardando notícias. Pensei que não durasse muito tempo. Mas no dia seguinte a veterinária que o atendeu disse que estava tratando dos inúmeros carrapatos e da anemia que nutria. Do fêmur fraturado, cuidaria se ele sobrevivesse. Fiz visitas semanais, e a cada semana ele melhorava mais. "Que garoto forte", eu pensei, "quer viver!"

Após a saída do Hospital, em minha casa, andando com três patinhas
Passados dois meses de internação, disseram que seria possível fazer a cirurgia de implantação de dois pinos no fêmur fraturado. A cirurgia foi feita e após 24 horas fui visitá-lo para ver como estava passando, quando me aproximei dele, ele levantou a perninha que tinha feito a cirurgia, desde então esse danadinho me conquistou. Todos diziam que ele não conseguiria andar com as quatro patas, porque o músculo estava atrofiado. Mas, eu tive fé e disse: ele vai conseguir andar.
Estava melhorando a aparência dele, fazia frio e comprei uma roupinha que ele adorava.


Deixei o pelo dele crescer ao máximo, virou um ursinho!

Mandei tosar, não gostou muito ....


Fiz com ele algumas sessões de natação na piscina fria, e caminhava todos os dias com ele e com a Sol, ele andava com as três perna e a da cirurgia, que é a pata traseira direita ia pendurada. Com o tempo, ele foi pisando de leve até acostumar.
Hoje em dia ele não só anda como corre e pula com as quatro patas.
Nos dias mais frios ele sente um pouco, mas continua andando com as quatro patinhas até hoje, graças ao amado Francisco de Assis, protetor dos animais e do meu Chiquinho, lógico!
Claro que é muito lindo!

Linda gravata!

Ganhou o apelido de Xerife, quer dar conta de tudo!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Lara, minha cara! Lalalalalalala, música na minha cabeça.

Cachorra nº 4

Lara, cadê você?

Ela chegou de mansinho, assim como quem não quer nada, querendo ....

Minha lobinha bem novinha, chegou em novembro de 2009

Na fase adulta, sorrindo, linda ....
Minha quarta cachorrinha, a Lara. Apareceu durante o dia, entrou de mansinho, dei água e comida. Foi ficando, ficando, ficando ... 
Uma hora cansei daquela coisa e coloquei ela prá dentro de casa, chovia, e ela ficava embaixo dos carros. 
Ficou uns tempos presa por correntes para não fugir, afinal eu não tinha grades na cerca. Depois que vieram as grades veio a liberdade. 
A característica marcante da Lara era de fazer xixi quando a gente se aproximava dela. Um dia o xixi subiu até minha perna, esguichava ....

Aproveitando o sofá

O primeiro cio dela, botei calcinha

Escolhi seu nome por causa da alegria e agilidade dela. Ouvi uma música que tinha o som do nome dela e gostei, dei-lhe o nome de Lara. Decidi ficar com quatro cachorros na família. Tava de bom tamanho, né?


Aí veio o Lucky!

Cachorro nº 3

Um lindo Golden Retriever chamado Whisky, pode?

Uma amiga me ofereceu um golden que estava para adoção no Pet do marido dela, pensei na Sol, minha Golden. Aí fomos lá na chácara dela conhecer o menino, tinha dois anos. Quando chegamos o Whisky pulava tanto de um lado para o outro que achei que era hiperativo. Quando soltaram fiquei com um pouco de medo, mas ele foi super dócil e gentil, todo alegrinho. Ficamos com o menino, que nos foi entregue na semana seguinte. 
Quando ele chegou em casa o Chico ainda não tinha saído do Hospital, não tinha nem canil, deixei ele no quarto de empregada, nos fundos da casa.
Tratei de mudar o nome dele para Lucky, não gostei do nome, nome de bebida alcoólica. Não, pode até ser da cor, mas eu gosto de nomes com significado, por isso escolhi Lucky, o sortudo. Sorte nossa, não?
Um mês depois de chegar em casa

Quem não se apaixona por esses olhos lindos?

Brincando com a Sol

Que amor!

De gravatinha

Bobão com a bolinha amarela

Essa luz deixou meu lindo, mais lindo ainda

Curtindo a natureza

Lucky, eu e a Sol após um passeio

Começo. Aprendendo a fazer um blog sobre meus cães.

19 de julho de 2013, que dia especial! 

Que Francisco de Assis abençoe a todos os cachorros do mundo, e em especial os da minha matilha!

Esta é a Sol, a primeira de muitos. Comecei com ela, agora são treze



A Sol entrou na minha vida em junho de 2006, eu já havia pesquisado sobre essa raça, é muito dócil, tranquila e serve de cão de companhia. É muito inteligente e aprende fácil os comandos. Solta pêlos de tempos em tempos, basta escovar que evita que suje a casa. O pêlo é super macio, brilhante e tem duas camadas, uma interna e outra comprida e macia. Gosta de correr, brincar e de água. Ótimo para caminhadas. Foi a única cachorra que comprei. Ela veio com um monte de doenças, teve de tudo, otite, vaginite, conjuntivite e o mais grave foi a tal de giardíase, que a deixou internada por uma semana, pensei que fosse morrer, mas sobreviveu e está aí toda linda, com sete aninhos, ainda uma criança prá mim.
Nas fotos abaixo tem um pouco da Solzinha ao longo do tempo. Essa eu não vendo, alugo ou empresto, fica comigo até o fim. Amo demais essa menina. Minha filhinha querida.

Quem é essa bolinha aqui embaixo?




Com dois meses, comendo a bolinha que ganhou da mãe de primeira viagem










Sol com dois meses, estava com conjuntivite








Aqui a Sol já tinha três meses, na pata esquerda o inchaço do soro que demorou para sair















As feições de filhote mudaram para a de adulta, essa fase era difícil de fazer ela comer, era magrinha...







Veio do banho com essa novidade!












Neste dia eu estava fotografando as orquídeas, ela apareceu e me deu a oportunidade de tirar lindas fotos








Dia da castração porque teve piométria, eu estava muito preocupada




Deu tudo certo e graças a Deus e ao Irmão Francisco de Assis, a quem pedi por ela.






Aqui no seu esporte preferido, ficar dormindo igual a um tapete. 




Acima, Lara e Sol, abaixo a esquerda, Rico e Sol












                    Dando um espiadinha pela grade



Gostoso ficar dormindo na sala