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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

4 de outubro: dia de São Francisco de Assis, protetor dos animais!

Que lindo dia!


Parei um pouquinho minhas atividades para falar desse Sol, que ilumina e aquece a vida dos animais e dos homens no mundo inteiro, verdadeiro exemplo de amor ao próximo, seguindo os exemplos deixados por Jesus, nosso Mestre Maior.
Hoje, dia 4 de outubro, as pessoas param um pouco para refletir no sentido da vida na Terra, nossa missão aqui e agora. 
Por isso, acho importante falar desse amado e corajoso irmão, que conseguiu revolucionar em sua época centenas de pessoas, que foi espalhando, espalhando, até alcançar milhões de pessoas nos nossos dias.
Que o seu exemplo nos faça melhores, vamos refletir sobre isso no dia de hoje!
E que bênçãos de luz sejam derramadas em meu lar, sobre os meus cachorros, sobre os cachorros de Brasília, do Brasil e do Mundo inteiro.
Que assim seja.

Oração de São Francisco de Assis

                                                  Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Estátua de jardim de São Francisco de Assis cercado por pássaros, por seu amor ànatureza o santo é associado ao movimento de defesa da ecologia.

Oração da Paz, também denominada de Oração de São Francisco, é uma oração de origem anônima que costuma ser atribuída
popularmente a São Francisco de Assis. Foi escrita no início do século XX, tendo aparecido
inicialmente em 1912 num boletim espiritual em ParisFrança.
Em 1916 foi impressa em Roma numa folha, em que num verso estava a oração
e no outro verso da folha foi impressa uma estampa de São Francisco. 
Por esta associação e pelo fato de que o texto reflete muito bem o franciscanismo, 
esta oração começou a ser divulgada como se fosse de autoria do próprio santo.

O texto original desta oração é:
Belle prière à faire pendant la Messe
Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix.
Là où il y a de la haine, que je mette l’amour.
Là où il y a l’offense, que je mette le pardon.
Là où il y a la discorde, que je mette l’union.
Là où il y a l’erreur, que je mette la vérité.
Là où il y a le doute, que je mette la foi.
Là où il y a le désespoir, que je mette l’espérance.
Là où il y a les ténèbres, que je mette votre lumière.
Là où il y a la tristesse, que je mette la joie.
Ô Maître, que je ne cherche pas tant à être consolé qu’à consoler, 
à être compris qu’à comprendre, à être aimé qu’à aimer, car c’est en donnant qu’on reçoit, 
c’est en s’oubliant qu’on trouve, c’est en pardonnant qu’on est pardonné, 
c’est en mourant qu’on ressuscite à l’éternelle vie.
La Clochette, n° 12, dec. 1912, p. 285.